.
Acessibilidade
.
.
.
.
.
O conteúdo desse portal pode ser acessível em Libras usando o VLibras
.
.
.
Notícias por Categoria
Campanha chama atenção para a necessidade de exames preventivos contra a quarta causa mais comum de morte de mulheres por câncer no Brasil
O mês de março, em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, também marca um período de atenção especial à saúde feminina, com ações voltadas a esse público. Uma dessas mobilizações é a campanha Março Lilás, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a prevenção e o combate ao câncer de colo uterino. A doença é a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA), órgão do Ministério da Saúde, estima cerca de 19.310 novos casos anuais de câncer do colo do útero no Brasil para o triênio 2026–2028. Essa projeção representa uma alta de aproximadamente 14% em relação ao levantamento anterior (17.010 casos/ano), evidenciando a necessidade de reforçar a vacinação contra o HPV e os exames de rastreamento (Papanicolau).
A conscientização é importante porque, na maioria das vezes, o câncer de colo de útero pode ser evitado. O mais importante hoje é a vacinação contra HPV e exames preventivos. A doença é causada pela infecção persistente por alguns tipos do papilomavírus humano. Nesses casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Estima-se que cerca de 80% da população sexualmente ativa já tenha entrado em contato com o vírus.
Além da vacina, o exame preventivo, conhecido como papanicolau, deve ser feito periodicamente por todas as mulheres após o início da vida sexual. O papanicolau é capaz de detectar alterações pré-cancerígenas precoces, que, se forem tratadas, são curadas na quase totalidade dos casos e não evoluem para o câncer. A avaliação preventiva ocorre por meio da coleta de secreção tanto da parte externa quanto interna do colo do útero.
Embora muita gente use o termo “exames preventivos”, vale esclarecer que eles não previnem o câncer de colo de útero: eles ajudam a rastrear lesões ou alterações pré-cancerosas em seus estágios iniciais, permitindo iniciar o tratamento precocemente e aumentando as chances de sucesso na cura da doença. Por isso, eles atualmente são chamados de exames de rastreio ou de rotina e devem ser feitos de forma periódica. (Com informações da Agência Brasil)
.
.
.
.